A Defensoria Pública de Santa Catarina entrou na Justiça para garantir o fornecimento de um medicamento para uma idosa de 85 anos, em Rio do Sul. Ela foi diagnosticada com um câncer avançado que atingiu o pulmão.
Segundo laudo médico, a paciente precisa usar o medicamento Nivolumabe, considerado a única opção eficaz para o tratamento. O caso é tratado como urgente por causa do risco de agravamento da doença.
Mesmo com a receita médica, o Estado e a Prefeitura de Rio do Sul negaram o fornecimento do remédio, alegando que ele não faz parte da lista de medicamentos oferecidos pelo SUS.

Diante da negativa, a Defensoria Pública entrou com uma ação judicial pedindo urgência no caso. A instituição argumenta que a idosa não tem condições de pagar pelo tratamento, cuja dose mensal custa mais de R$ 7 mil.
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Na ação, a Defensoria destacou que o acesso à saúde é um direito garantido pela Constituição e que o poder público deve garantir o tratamento, principalmente em casos graves e envolvendo pessoas idosas.
Até o momento, o Estado não se manifestou sobre o caso.