A Congregação dos Missionários do Verbo Divino – Província Brasil Sul comunicou o falecimento do padre Félix Weka Koban, aos 63 anos. Ele morreu na tarde de ontem (24), no Hospital Santa Casa, em Ponta Grossa (PR).
O velório ocorre na Casa Missionária do Verbo Divino, no mesmo município. O sepultamento está marcado para as 14h30 desta quarta-feira (25).
Em nota, a Congregação informou que recebe a notícia com grande pesar, mas firmes na esperança da ressurreição, e destacou: “Rezemos pela sua vida dedicada à missão e pela sua Páscoa definitiva em Cristo”.
A Diocese de Rio do Sul também lamentou a morte do sacerdote e, em nota, afirmou: “Com grande pesar, mas firmes na esperança da ressurreição… Rezemos por sua vida dedicada à missão e por sua Páscoa definitiva em Cristo.”

Padre Félix foi pároco da Paróquia Santa Luzia, em Lontras, no Alto Vale do Itajaí, onde ficou conhecido pelo trabalho pastoral. No início de 2025, ele precisou se afastar das atividades por motivos de saúde.
Nascido em 21 de dezembro de 1962, em Lerek, na Indonésia, Padre Félix Weka Koban iniciou ainda jovem sua caminhada religiosa na Congregação dos Missionários do Verbo Divino (SVD). Segundo religiosos e jornais indonésios, Padre Félix fez a formação inicial no seminário em Hokeng e, posteriormente, seguiu os estudos em Filosofia e Teologia em Ledalero, um dos principais centros de formação missionária da região.
Em 1990, professou os votos perpétuos na congregação e, no ano seguinte, foi ordenado sacerdote. Logo após a ordenação, recebeu designação missionária para o Brasil, passando a integrar a Província Sul da SVD, com sede em Curitiba (PR).
Ele chegou ao país em 1992 e iniciou o trabalho missionário na região Sul, que abrange estados como Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. Ao longo de mais de três décadas, desenvolveu sua missão principalmente em Santa Catarina, onde construiu forte vínculo com as comunidades atendidas.
Padre Félix era conhecido pelo perfil tranquilo, pela escuta atenta e pela forma acolhedora com que se relacionava com os fiéis. Descrito como um missionário humilde e dedicado, também era reconhecido pelo bom relacionamento com colegas religiosos e pelo jeito simples e bem-humorado. Ao longo de sua trajetória, somou 36 anos de vida religiosa, sendo 35 deles dedicados à missão no Brasil.
