Riosulense alerta que algumas embalagens destinadas aos recicláveis estão sendo utilizadas para resíduos orgânicos, sanitários, restos de poda e capina
A ampliação do uso dos sacos verdes ajudou a tornar a coleta reciclável mais facilmente identificável em Rio do Sul. Entretanto, a Riosulense alerta para um problema que ainda exige a colaboração dos moradores: algumas dessas embalagens estão sendo utilizadas para o descarte de materiais que não são recicláveis.
A empresa vem encontrando sacos verdes contendo restos de alimentos, resíduos orgânicos, rejeitos sanitários, folhas, grama, galhos e materiais provenientes de poda e capina. Esses resíduos não pertencem à coleta reciclável e prejudicam diferentes etapas do serviço.

Restos de alimentos, líquidos e resíduos sanitários podem sujar e contaminar papéis, papelões, plásticos e outros materiais que estavam separados corretamente. Dependendo das condições em que chegam à cooperativa, itens que poderiam ser reciclados acabam classificados como rejeitos.
Restos de poda e capina também não devem ser colocados nos sacos verdes. Além de não integrarem a coleta reciclável, folhas, grama, terra e galhos dificultam o acondicionamento, o recolhimento e a abertura dos sacos durante a triagem.
O problema chega até a cooperativa
Depois de recolhidos, os sacos verdes são encaminhados para a cooperativa responsável pela triagem. No local, os trabalhadores precisam abrir os volumes e separar manualmente os diferentes tipos de materiais.
Quando resíduos orgânicos, sanitários ou provenientes de poda são misturados aos recicláveis, o trabalho se torna mais demorado e parte do conteúdo pode perder as condições de aproveitamento.

O crescimento da coleta reciclável reforça a importância desse cuidado. Entre fevereiro e agosto de 2026, Rio do Sul recolheu 1.103,04 toneladas pela coleta reciclável, aumento de 77,3% em comparação com o mesmo período de 2025.
Além de ampliar o volume recolhido, a próxima etapa é melhorar a qualidade do material que chega à triagem. Para isso, a colaboração dos moradores é indispensável.
O que deve ser colocado no saco verde
O saco verde é destinado a materiais recicláveis, como:
- papéis e papelões;
- garrafas e embalagens plásticas;
- embalagens longa vida;
- latas e outros metais;
- vidros acondicionados de maneira segura;
- embalagens vazias, limpas e secas.
Não devem ser colocados no saco verde:
- restos de alimentos;
- resíduos orgânicos;
- papel higiênico, fraldas e absorventes;
- resíduos sanitários;
- folhas, grama, terra e restos de capina;
- galhos e materiais provenientes de poda;
- entulhos e pedras;
- materiais contaminados ou sem possibilidade de reciclagem.
O saco verde funciona como identificação visual, mas não transforma o seu conteúdo em reciclável. A destinação correta depende dos materiais colocados dentro dele.
Caso os sacos verdes terminem antes de uma nova distribuição, o morador pode utilizar outro saco resistente, preferencialmente de cor diferente da preta. O mais importante é manter os recicláveis separados e disponibilizá-los no dia previsto para a coleta.
Quem tiver dúvidas sobre a destinação de poda, capina ou outros materiais deve procurar os canais oficiais da Riosulense antes de realizar o descarte.
Consulte o dia da coleta
A programação correspondente a cada endereço está disponível em:
riosulensesc.com.br/localizador
Canais oficiais da Riosulense
Site: riosulensesc.com.br
Instagram: @riosulensesc
Telefone: 0800 000 2675
WhatsApp: (47) 99963-5900
E-mail: [email protected]


